terça-feira, 21 de maio de 2013

Vênus em touro.

Entra e senta alegre! 

Encarna-me a voz, o sorriso ao lembrar de tempos antigos, brega e feliz.
O dia já é vazio e a noite sem vida, inexistente com o teu lado da cama triste, sem amor e sem vida!

Cravo-me os dedos em um toque de solidão e carinho, no centro do corpo. Dedos que roçam , cutucam, abrem, sobem, iluminam, vasculham. Trazem lágrimas sem cessar dos caminhos ocultos. Minhas energias apressam teus membros que imprensam meus desejos na cama. 
Ardente é a tua imagem áspera que percorre molhando minha pele, meus lábios, meu sexo que reage e se liberta. 
Minhas pernas flexionam no ato a te esperar. Meu útero dilatado espera teu agudo. Minhas mãos impacientes, encontram a vontade de ti, alí... nos lençóis, nas mãos, em mim. Teu ser invade minha saúde e consome minha vaidade. Suga-me a paixão com a saliva que me embriaga e alimenta minha mente. Teu corpo pesa sobre mim, te sinto me beijando, me rasgando, me explorando e sumindo indigesto sobre minha calcinha.
A saudade te faz presente no gozo meu e meus olhos escrevem o próximo dia, sem ti.

Minha carcaça aprende a sorrir com a tua presença ativa em meu tato.
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terça-feira, 7 de maio de 2013

Luz. - Luzi

Foto da net.
Segunda-feira. 
Ela acorda às 6 horas para fazer aos serviços domésticos e arrumar as três crianças para ir à escola.
Luzineide é mulher guerreira, dessas que não deixam de trabalhar por frescura nenhuma na terra. Sabe que necessita trazer um dinheirinho pra casa todos os dias, pro sustento dela e das crianças. Foi deixada pelo marido por uma puta qualquer de cabaré, mas Luzineide é mulher responsável, sabe que não pode abandonar sua cria indefesa ainda. Chegou a ficar deprimida, mas decidiu que não iria enfraquecer nem por uma malária, quanto mais por um filho da puta que lhe comeu por 10 anos, lhe deixou 3 filhos e na merda.

Às 7h30, Luzineide deixa os meninos na creche. E volta para casa para arrumar-se e ir trabalhar.
Põe um pouco de reboco no rosto, sombras de cores básicas,batom rosa, vestido longo, alguns acessórios na bolsa e pronto! A mulher está pronta pra viver a semana fora de si; A máscara de Luzineide sustenta-se de um bom sorriso sem opinião formada pra cumprir as leis de sobrevivência que o sistema social lhe pregou.
Vinte e nove anos sai de casa todo dia, em busca do sustento próprio e daquelas crianças. Não resmunga insatisfação. Faz o que precisa com muita simpatia e engole a solidão afogando a si mesma em algum lugar escuro em qualquer outro lugar que não seja em seu local de trabalho mais movimentado da cidade.
Escraviza-se nos horários comerciais de todos os dias, exceto aos domingos intercalados.
Luzineide já sofreu por muitos homens. Sofreu em muitos relacionamentos. Sofreu, chorou, quase morreu, mas sobreviveu. Sofria pelo que idealizava e não pelo que ela tinha de fato.  Saía sempre ferida.
Chega ao Paraíso sempre às 10horas , pois a movimentação começa por lá umas 11horas e ela chega antes para mudar o vestido e passar um batom mais forte.
Senta-se à mesa e espera o primeiro cliente chegar. 

Chega Ernesto mas todas fogem. Luzineide não, pois sabe que é o cliente que paga melhor naquele estabelecimento. Ela sempre pensa nas crianças.
Ernesto é um homem bonito, tem 42 anos, cheiroso, mantenedor de bons costumes, paga impostos, contribui para o crescimento do país, se veste bem, é educado, además é um reconhecido mestre acadêmico, colecionador de prêmios da academia pois trabalha com computador e suas tecnologias. É definitivamente um cara bom de papo e bonito, mas fora da cama.
Ernesto tem um lado muito selvagem, agressivo escondido por trás da aparência serena e mansa. Seria uma cara normal, se fosse descrito apenas como safadinho ou galinha, afinal de contas é apaixonado pelo outro ser que o encaixa chamado mulher. Mas sempre solicita um serviço de coprofilia. 
Alí, morria o moço casto, criado com bons costumes e limpo.
E somente Luzineide tinha coragem. Pois o homem mal pedia que ela tirasse suas roupas, deitava- se na cama , e pedia que ela ficasse em pé, com o corpo dele entre as pernas dela e abaixasse a calcinha e acocorasse em sua boca.  
Luzineide dava uma sorte do caralho, porque sempre tinha merda pra botar pra fora, e isso lhe rendia 200$ reais por hora, porque logo depois, Ernesto ficava mais uma hora no banheiro passando mal depois tomava banho. Saía satisfeita, pois não precisava beija-lo.

Luzineide tinha um outro cliente naquele dia, que sempre lhe solicitava e ela nunca dispensava.  
Rubinaldo era um menino de uns vinte anos, gostosinho. Luzineide sempre pensava em usá-lo até o último bagaço não ter mais gosto. O menino era estudante e mal tinha pra pagar uma cerveja, mas Luzineide sempre sedia ao pau duro dele com apenas $10 reais. Luzi dizia que aquele maldito era tão gostoso e sabe lhe comer como ninguém, pois a chupava como se fosse o último de seus dias em terra. 
Ele sabia abria vorazmente a boca, disposto a engolir tudo o que ela tivesse a expelir. Empurrava sobre ela toda força de homem brabo.
Ruminava o gozo enquanto esfregava o pau na boceta melada. Beijava as pernas dela e lambia com atitude de macho apaixonado.
Era um homem sensível. Levou o verbo em silêncio e a quentura do beijo para a vida de Luze . Tratava-lhe como a melhor das rainhas e a deixava em êxtase porque sabia que ela tinha sido sua primeira mulher. 
Ela sempre lhe dava o dinheiro da meia passagem de Rubi e um beijo quente.

Luzi então voltava logo para casa com as compras da semana e as crianças da escola. Luzi sempre aguardava a Luz da sobrevivência do próximo dia.  

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Álvaro Jorge.


Esta criança é o Álvaro Jorge ou Alvinho. Foi encontrado em uma avenida movimentada do Distrito Industrial. Meu pai se sensibilizou depois de tê-lo visto quase sendo atropelado e o trouxe para casa, por ser muita criança - tem aproximadamente um mês de vida, já o vermifugamos. É brincalhão, simpático, um bom guardião, super esperto e educado - só faz as necessidades em cima do jornal. Gente, mas em casa já temos 4 cadelas e uma gata que adotamos da rua e não podemos ficar com ele, por isso pedimos a ajuda de vocês pra conseguirmos um lar acolhedor e com muito amor para o Alvinho. Entregamos em domicílio. Contatos por aqui mesmo.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Nova cara.

Novo modelo de blog, pra tentar melhorar a vidinha por aqui.

O gosto que a vida não tem.

A minha vida tem andado tão monótona e tão sem graça que nada tem me inspirado muito, nem pra sair de casa. To me sentindo um vegetal. Ah na real, ser um vegetal não deve ser tão chato, mas pra mim que sou pseudo-hiperativa se tornaria um sacrilégio, e eu seria a primeira planta a sair por aí, mudando de lugar. hehehehe. 
Minhas reclamações giram em torno da minha vida profissional que está literalmente parada. Aquele caso - que todo mundo me consola dizendo que é normal - quando digo que me formei e ainda não consegui um emprego na área. PORRA! Mas não era pra ser normal.
E mesmo com toda minha insatisfação, já distribuí curriculos por alguns lugares. Desde emissoras de tv até lojas de comércio. CARA, eu quero-preciso trabalhar.
Amanhã completo 26 primaveras na face, moro com meus pais, formada há dois meses, estou desempregada, sem lenço nem documento e o gosto da minha vida tem sido amarga. 
Mesmo com o coração angustiado, eu lembro que eu tenho um NAMORADO que me ama e me respeita muito; Que eu tenho amigos que eu compartilho grande parte das coisas que eu faço e eles fazem questão de estarem ao meu lado também; E que a vida às vezes pode ficar amarga, azeda, chata, mas uma hora as coisas vão melhorar. Porque nada é uma constante frustração ou constante alegria, tudo é um mar misturas que fazem as histórias de vida ficarem incomuns e com os mais diversos aprendizados que o ser humano pode colecionar. 
Essa fase é só mais uma figurinha do meu álbum. ( Mas já pode virar a página né?!)





domingo, 28 de abril de 2013

Melhorias...

Nunca são demais.

Tudo gira.

Dos movimentos que transformam o azul em anil e a rosa em amor, há uma vontade.
São olhares que desejam muito mais do que enxergam. São sentimentos estranhos, que ninguém sabe explicar. E da prosa, passo para o verso tentar argumentar alguma coisa que faça sentido para a poesia que vem da cama e mexe com meu sexo.

Descubro o meu ser com os dedos dele passeando sobre minha calcinha.
Minha sede e fome aparecem em um sorriso.
E mamilos enrijecidos.

Sentados um sobre o outro, troncos devidamente encaixados,
Ele movimenta flexionando os braços apoiando meu corpo.
Abrindo minha 'princesinha' que mordisca o peru dele.
Os movimentos se embaraçam enquanto trepidamos
Tudo gira.
Gargantas secas.
Tudo gira!

Esfregam-se
As quatro coxas,
O saco no rabo,
O rabo ao peru,
O peru na periquita,
Os pentelhos se arrepiam,
O suor gruda,
Gemidos excitantes e baixinhos.
Prazer descontrolado.

A fome passou.











quinta-feira, 25 de abril de 2013

Caí.

Me embriaguei de saudade.

Hoje é um dia daqueles.

Muda.
Amarga.

Desses dias que a gente amanhece sem esperanças e sem forças pra levantar da cama. E qualquer coisa a se fazer, terá que ter muita energia. Mas onde encontrar energias renovadoras? Onde? Com quem?
Talvez não tenha acontecido nenhum fato novo pra deixar o espírito assim. Talvez não há motivos pra deixar o coração calado e entristecido. Talvez seja o NADA. Nada que tenha acontecido. E talvez seja um montante de tudo que já aconteceu.
É um dia comum. Um dia chato, de pouca luz , com um milhão de problemas.
Um dia que não combina com ninguém. Um tempo sem ânimo.
Um tempo que eu não tô aqui. 
Eu não tô em mim.

É isso.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Quase 100%

Saravá!
Essa virose que me pegou me deu uma sova e me deixou de cama por 5 dias, quase me levou desta pra melhor. Sério! Em uma noite dessas quase paro de respirar. E uma tosse sem fim...
Sismo que esses enfermos talvez sirvam pra nos fazermos olhar pra nós mesmos e percebermos que a qualquer momento podemos perder tudo e deixar por aqui, somente lembranças e saudade. 
Essa semana me senti um caos de dor, lamentos e um pouco de catarro. Emagreci uns 3 kg, que podem parecer pouco, mas pra quem é magro sabe que é muita massa perdida e que na face, transparece logo uma doença daquelas malditas. 
Mas agora tá tudo bem e eu estou quase 100% pra completar mais um ciclo de idade... 
2.6 zero bala vemnimim.

Mais calor.

Eu preciso de mais amor.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Zica!

Porra, to precisando de alguma coisa que me faça sorrir e melhorar ( mas não vale esse monte de remédio que eu já estou tomando pra melhorar da gripe). 
Eu desconfio que as merdas que acontecem comigo são proporcionais às cagadas que eu pratico. Só pode, gente! 
Sábado fui pra festa de formatura da minha turma de letras de Vigia. O festejo foi ótimo. Revi pessoas que não via há um tempão, revi a família da minha flor Amanda, bebi e fiquei porre, comi e engordei horrores (êêê), dancei, chorei e no final da festa amanheci na rua. Perdi minha bolsa com a máquina fotográfica da minha mãe, minha identidade e o meu celular. Pois é to incomunicável =/ E pra piorar tudo, tô com uma gripe ordinária que me já deixou de cama por 3 dias com muita dor no corpo, só tomando mingau, sopa e um bando de remédios.
Hoje já acordei um pouco melhor.


Ai gente, to aceitando qualquer coisa boa que possam me ofertar, inclusive um celular que vocês não usem mais. 

^^
Até.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Retrato do último domingo.



De um dia que ninguém quer ter,
De um domingo que ninguém quer viver,
Das cores que ninguém quer ver,
Da dor que ninguém quer sentir
Pra não derramar lágrimas por alguém que não poderia ir embora.


O coração tá apertado e soluçando.

sábado, 6 de abril de 2013

Curvas da chuva.

(Da janela do meu quarto.)

Curva à janela.
A chuva.
Corre, some , foge, pode
Não morre. 
Transpira.
Pinga, molha, lava, cai.
Banha toda gente,
o gozo 
do 
céu.



quarta-feira, 3 de abril de 2013

Liberdade.



... é vida!

Companhia para uma janta.

Entope-me as veias com sorrisos e aguça minha palpitação ao chegar do trabalho suado, faminto, e apressado abocanha minha anca.
Pela porta encostada dos fundos, entra o menino do uniforme azul de gola amarela, trabalhador do comércio daqui do canto da rua. Encontra-me já de calcinha e sutiã.
Ofegante, diz que quer me comer de quatro, escorada na pia da cozinha, na geladeira, em cima da mesa, enquanto preparo o jantar.
Toca-me com os dedos da saudade e diz que me ama apenas com o olhar. Embriaga-se com o paladar de minhas curvas deformadas e fartas após arrancar meus trapos.
Toca levemente a ponta dos meus seios com a língua incendiando o corpo que se contorce sem conter-se da baba que arrasta enfia-se entre minhas pernas. Desce e sobe. Puxa, repuxa, chupa, suga, engole. Sorri!
Massageia em minhas nádegas, o rígido e galante músculo esponjoso pedindo silenciosamente, meu útero.  Apossou-se de minha vagina com avidez e fome ao sussurrar que me ama

Enquanto a panela aquece, ele borbulha dentro de mim.

O jantar está servido.

Tem coisas e pessoas que nunca mudam.

"Mesmo com o nada feito, com a sala escura, com um nó no peito, com a cara dura, não tem mais jeito, a gente não tem cura."
Chico Buarque. 

Ô coisinha que aperta!


terça-feira, 2 de abril de 2013

Abre o abraço, abriga Abril.

Abre, senta, aconchega, adoça.
Abre a porta, abre a janela, abre o céu, abre os olhos...
Abre pra entrar as borboletas e os sorrisos inquietos.
Abre e não fecha.
Abriu.
Abril que chega e colore.
Abre e não dorme.
Abriga e abraça.
Embriaga.
A bromélia brinca com um botão de rosa.

Abriu o tempo
Abril de alegria!

... e as cores são todas minhas.

As Cores de Abril

Toquinho

As cores de abril,
Os ares de anil,
O mundo se abriu em flor.
E pássaros mil,
Nas flores de abril,
Voando e fazendo amor.
O canto gentil
De quem bem te viu
Num pranto desolador.
Não chora, me ouviu,
Que as cores de abril
Não querem saber de dor.
Olha quanta beleza,
Tudo é pura visão
E a natureza transforma a vida em canção.
Sou eu o poeta quem diz:
Vai e canta, meu irmão,
Ser feliz é viver morto de paixão.


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Considero o mundo por aquilo que ele é: matéria.


Retrato - Breno Melres.

Se há verdade na vida virtual eu não me importo, porque é a realidade da carne que eu acredito. Tenho o pensamento de que tudo o que é concreto fica pra eternidade, na memória e não na imaginação.
Fantasiar uma paixão faz parte do ser, mas viver uma paixão é a existência do ser. É a completude da significação da própria vida e contestação da existência prolongada e solta do amor.
Apaixonar-se pelo absurdo, pelo dia, pela fé ou pelo acaso é cultivar cactos e flores a favor da vida, embriagar a noite com amantes para harmonizar a energia que sustenta todo ser.

A vida que eu tenho é real, desarmônica, sangra, mas regenera e tem picos de felicidade!


Post Scriptum: "Não devemos permitir que alguém saia da nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz."

M. T. Calcutá

terça-feira, 19 de março de 2013

O que me separa do mundo.

Illustration Grace Easton.


Minha carne é matéria latente junto ao teu corpo insano.
Consola minha fome, mas inquieta meu coração.
Tu me tens em noites frias e me esquece nos dias quentes em qualquer canto sujo, mal lavado;
Tu sabes me fazer gozar em segundos, e em seguida me fazes chorar por horas de dias azuis.
Tens a chave que compenetra meu interior e a senha que me enlouquece enquanto somes.
Tens meu calor e minha dor, sabes todos os meus caminhos de olhos fechados
Sabe que sou tua  e da minha fraqueza em ser quem sou,
Mas não sabes por onde meus sonhos divagam.





segunda-feira, 11 de março de 2013

Sobre o dia 6/03/2013:

AHHHHHHHHHHHHHH!  (Gritos!)
Agora já posso respirar tranquilamente, porque a defesa do meu tcc já aconteceu e modéstia parte, foi MARAVILHOSA! Muito mais por eu ter sido presenteada com uma platéia de amigos tão próximos e muito importantes pra mim.
A tensão presente durante todo este trabalho foi angustiante e até os últimos instantes, eu estive passiva de todos os agouros possíveis - desde a remarcação da defesa, ajustes no tcc, coordenação de letras me trollando, enfim... nervos à flor da pele e eu só queria me livrar logo, porque tudo estava me sufocando. 
Na terça (dia 05/03 a mãe do meu orientador veio a falecer, o que o deixou muito mal) e por isso me deixou mais apreensiva, por talvez ser outro motivo para ter a defesa remarcada e triste pelo estado do meu orientador.
Mas tudo ocorre bem e ao final fiz uma homenagem pra Amanda Ribeiro, uma grande amiga que esteve comigo fisicamente por um ano e dois meses, em Vigia,  e que jamais deixará de existir na minha história e no meu coração, por isso eu não poderia deixar de homenageá-la já que é uma das forças que me fez chegar até o final deste curso e estará me guiando para as minhas próximas conquistas. 
Aos amigos que eu pude avisar, compareceram em peso na torcida com os mesmos abraços que me seguravam quando mais estive nervosa, fraca, chorosa e desmotivada. As mesmas pessoas as quais dediquei meu tcc com a frase: "Aos meus eternos amores fiéis" e que me apoiaram e mechorar e agradecendo a todos que estiveram ao meu lado, hoje e sempre. Depois, ainda fizemos um lanchinho no R.U da uepa mesmo pra comemorar.
Tô muito feliz com a nota máxima e com meu esforço ter sido reconhecido e valorizado pela proposta da pesquisa que é pioneira como proposta da Literatura Erótica no incentivo à leitura para estudantes do ensino médio.
Minha solenidade está marcada para o dia 13/03 às 17h na Computer Hall. Quem puder e quiser aparecer pra tirar um retrato, eu ficaria feliz em vê-los por lá. Até...


                                      
                                                                                     Chico.



Aldo e Aldy. ( irmãos da minha flor Amanda.)




Caroline e meu amigo poeta Sodré.



Patrick, Drica e Liz.



Anderson, Larissa, Raphael, Rayane, Rose, Karime, Hévila e Breno.




S2

sexta-feira, 1 de março de 2013

Hein?!

Como é que as pessoas querem combater o câncer sem sair de suas vidinhas equipadas de carro e ar condicionado, com essas correntes pelo fb?! 




Me explica Brasel?

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